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| Foto: Divulgação/ Funceb |
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Escola de Dança da Funceb inscreve para curso de educação profissional
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terça-feira, 12 de agosto de 2014
Mostra coreográfica celebra formatura da XXV Turma do Curso de Educação Profissional da Escola de Dança da FUNCEB
Nas noites de 13 e 14 de agosto (quarta e quinta), a partir das 19 horas, o palco do Espaço Xisto Bahia (Barris –
Salvador/BA) vai receber a mostra
coreográfica de formatura da XXV Turma do Curso de Educação Profissional
Técnico de Nível Médio em Dança, oferecido pela Escola de Dança da FUNCEB, unidade do Centro de Formação em Artes (CFA) da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), vinculada da Secretaria de Cultura do Governo do Estado (SecultBA).
Serão 12 novos artistas apresentando, cada um, seu trabalho de conclusão de
curso, em forma de concepção e realização de coreografias, em sessões abertas
ao público, com entrada gratuita.
“No momento da formatura, nos deparamos
com a conclusão de uma etapa de formação desses alunos. Me vem a lembrança de
como cada um deles chegou, e de como eles estão saindo – depois de terem
percorrido um longo do processo de formação, consolidando competências e
habilidades nesse espaço artístico-pedagógico. A sensação é de que foi uma
trajetória muito rápida, mas com um itinerário cheio de experiências,
interações, emoções e muito aprendizado”, relata Janahina Cavalcante, Coordenadora
do Curso de Educação Profissional.
Na primeira data, 13 de agosto, serão
encenadas as coreografias Marcas de Um Corpo (Renan Carvalho), Minhas
Lembranças (Meryadla Brito), Sensibilidade Humana (Geovane Novais), Intuição
(Caroline Arcade), Sais de Lítio (Evele Louize) e Navega (Taynan Teixeira). Já
no dia 14, é a vez de Impasses (Tamara Lorena), Corpo Zipado – em Construção
(Anderson Danttas), Sobre o Primeiro Olhar… (Karoline Ribeiro), Façanhas (Edlane
Santos), SUUUuusssss (Monique Gisele) e Gunga (Antônia Matos).
SOBRE O CURSO – Com duração de dois
anos e meio, o Curso de Educação
Profissional Técnico de Nível Médio é reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) e forma profissionais habilitados a
realizar ações e projetos artístico-educativos como agentes multiplicadores,
intérpretes (bailarinos) e criadores (coreógrafos). Trabalha na formação
técnica através do desenvolvimento de habilidades básicas e específicas, nas
dimensões técnico-criativas, cognitivas e produtivas da linguagem da dança. No
percurso, os estudantes têm acesso a uma gama de informações e experiências,
perpassando os diferentes modos de estudar dança e desvendando técnicas de
movimento como a capoeira, a dança moderna, o balé clássico, as danças afro e
populares, além de diferentes proposições em técnicas contemporâneas. Em
articulação com estes conteúdos técnicos, os alunos desenvolvem também
reflexões sobre a dança, a educação e o corpo, culminando com as
experimentações artísticas e configurações coreográficas a partir dos
Laboratórios de Criação. Além de tudo isso, há práticas envolvendo interfaces
com tecnologias, a exemplo do vídeo e da fotografia, e a transversalidade com
outras linguagens artísticas.
Em 2009, o currículo do Curso foi
revisado e aprovado pelo Conselho
Estadual de Educação (CEE) e Secretaria
da Educação da Bahia (SEC), passando a seguir referenciais contemporâneos
da educação e da dança. Também a partir de um diálogo com a Superintendência da Educação Profissional (SUPROF),
o Curso vem consolidando a relação entre educação e trabalho, ampliando o olhar
e o compromisso com a formação e a qualificação do jovem na perspectiva do
acesso, ocupação e geração de renda no mercado profissional e na sociedade.
Nesta perspectiva, todo o trajeto percorrido pelos alunos é, desde o segundo
semestre de aulas, subsidiado por etapas de estágios nas quais os futuros
profissionais têm a possibilidade de vivenciar experiências na condição de
criadores, intérpretes e multiplicadores, observando ainda a dinâmica de gestão
e produção cultural na atualidade.
Todo este investimento se reflete,
também, no ingresso destes profissionais na universidade, em especial nos
cursos de Dança e Bacharelado Interdisciplinar da Universidade Federal da
Bahia. Outros partem para o fazer artístico como bailarinos e/ou coreógrafos,
participando de grupos e montagens de dança. Há, ainda, uma grande incidência
desses jovens artistas participando – e sendo selecionados – com propostas de
Dança em editais de fomento estaduais e nacionais.
Mostra coreográfica
Formatura da XXV Turma do Curso de Educação Profissional Técnico de
Nível Médio em Dança
Quando: 13 e 14 de agosto (quarta e
quinta), 19 horas
Onde: Espaço Xisto Bahia
(Rua General Labatut, 47 – Barris;
subsolo da Biblioteca Pública do Estado da Bahia)
Quanto: Grátis
Realização: Escola de Dança da FUNCEB/ CFA/ FUNCEB/ SecultBA
Marcadores:
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Técnico em Dança
terça-feira, 14 de junho de 2011
Estudantes do Técnico em Dança realizam mostra itinerante
A Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia vai se transformar em um grande centro cultural e de artes nos próximos dias 16 e 17 de junho. Os 150 estudantes do curso técnico de nível médio em Dança irão realizar, a partir das 9h, uma mostra artística itinerante aberta ao público. A Escola de Dança é uma das unidades da Rede de Educação Profissional do Estado e recebe da Secretaria da Educação, por meio da Superintendência da Educação Profissional, apoio nas questões pedagógicas, institucionais e de infraestrutura.
A mostra é o resultado de várias disciplinas e marca o encerramento do semestre. Será itinerante porque todos os espaços da unidade serão utilizados. O visitante vai poder circular pela escola onde várias coisas vão acontecer ao mesmo tempo. Haverá, por exemplo, apresentações coreográficas de grupos e de solo e até intervenções com novas tecnologias, as chamadas instalações, ou seja, experimentação a partir de tecnologias e artes visuais com o corpo.
A diretora da Escola de Dança da Funceb, Beth Rangel, explica que ao concluírem o curso técnico em Dança, os estudantes podem exercer várias atribuições. Enquanto técnicos podem ser intérpretes, que são os dançarinos, criadores, ou seja, coreógrafos e multiplicadores que são os agentes de cultura. A professora diz que a mostra vem sendo realizada nos últimos cinco anos. Afirma que o evento se consolida cada vez mais, como um espaço para o exercício do fazer artístico e educativo, por meio de processos coletivos, por envolver estudantes e professores com a supervisão da coordenação do curso na proposição, criação e configurações de dança.
Para ela, a mostra é, sobretudo, uma oportunidade para que os jovens exercitem os conhecimentos e habilidades que adquiriram durante o curso. “Esta mostra propicia também a revelação de uma diversidade de potenciais e interesses, de jovens artistas, de modos de fazer e de entender dança que merecem ser socializados e reconhecidos como construções e conquistas pessoais e coletivas. Por isso, a escola vai estar com as portas e janelas abertas para receber a comunidade. Todos serão muito bem-vindos”, convida.
Divulgação
A mostra é o resultado de várias disciplinas e marca o encerramento do semestre. Será itinerante porque todos os espaços da unidade serão utilizados. O visitante vai poder circular pela escola onde várias coisas vão acontecer ao mesmo tempo. Haverá, por exemplo, apresentações coreográficas de grupos e de solo e até intervenções com novas tecnologias, as chamadas instalações, ou seja, experimentação a partir de tecnologias e artes visuais com o corpo.
Divulgação
A diretora da Escola de Dança da Funceb, Beth Rangel, explica que ao concluírem o curso técnico em Dança, os estudantes podem exercer várias atribuições. Enquanto técnicos podem ser intérpretes, que são os dançarinos, criadores, ou seja, coreógrafos e multiplicadores que são os agentes de cultura. A professora diz que a mostra vem sendo realizada nos últimos cinco anos. Afirma que o evento se consolida cada vez mais, como um espaço para o exercício do fazer artístico e educativo, por meio de processos coletivos, por envolver estudantes e professores com a supervisão da coordenação do curso na proposição, criação e configurações de dança.
Divulgação
Para ela, a mostra é, sobretudo, uma oportunidade para que os jovens exercitem os conhecimentos e habilidades que adquiriram durante o curso. “Esta mostra propicia também a revelação de uma diversidade de potenciais e interesses, de jovens artistas, de modos de fazer e de entender dança que merecem ser socializados e reconhecidos como construções e conquistas pessoais e coletivas. Por isso, a escola vai estar com as portas e janelas abertas para receber a comunidade. Todos serão muito bem-vindos”, convida.
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