sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Site oficial do Fórum Mundial destaca a expansão da EP na Bahia considerando os Territórios de Identidade
http://sitefmept.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&task=cat_view&gid=72&Itemid=95&lang=br
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A Cidade dos Sonhos

Autoridades visitam estande da Suprof

O reitor da Universidade Federal do Recôncavo, Paulo Gabriel Soledade Nacif, disse que a Educação Profissional representa uma mudança efetiva na formação de jovens e trabalhadores (as) na Bahia, graças ao alinhamento do Governo "Bahia Terra de Todos Nós" com o Governo Federal. "A Educação Profissional e Tecnológica na Bahia era algo de pouca repercussão e desarticulada do contexto social baiano. Agora vemos uma mudança efetiva graças à Secretaria de Educação do Governo e em completo alinhamento com essa política do Governo Lula".
Paulo Nacif destaca que o Fórum Mundial representa uma redefinição da Educação Profissional e Tecnológica. "Este projeto de Educação Profissional e Tecnológica implementada pelo Governo Lula é extremamente revolucionário, afinal de contas já são duas centenas de campi espalhados pelo Brasil e cerca de 30 na Bahia. E são lugares onde os estudantes terão uma referência do ensino médio e superior de qualidade. Afinal esse projeto já traz o ensino superior porque os Institutos Federais poderão oferecer cursos de nível superior na área de licenciatura e tecnológica. É realmente uma revolução isso", comemora. O deputado Federal Sérgio Carneiro (PT) também visitou o estande da Suprof - SEC.
Sílvia Manfredi faz participação especial em atividade da Suprof

Manfredi abordou as diferentes concepções de certificação. A primeira delas refere-se à certificação formal, ou seja, a que é conferida pelas unidades de ensino para habilitar a pessoa a exercer determinada profissão. A outra concepção é a de origem francesa denominada de Validação das Aprendizagens adquiridas através da Experiência (VAE) que identifica, reconhece e legitima conhecimentos, saberes, competências do indivíduo como trabalhador (a).
A terceira concepção de certificação discutida pela pesquisadora foi a que agrega além da experiência do trabalho, a experiência de vida do trabalhador (a). "Essa é a concepção que a gente defende, porque a gente acredita que o indivíduo vai construindo conhecimentos ao longo da vida nos diferentes espaços sociais, seja na igreja, na família, no sindicato, nos movimentos sociais e que esse tipo de exeriências e conhecimentos, geralmente é desqualificado. A certificação para nós seria o resgate desses saberes e conhecimentos, respalda na visão Freiriana - "saberes de experiência feitos", afirmou.
Na oportunidade, a professora destacou a expansão da Educação Profissional da Bahia, a partir da territorialidade, ou seja, considerando as demandas do Território, de maneira a garantir a inserção dos jovens e trabalhadores (as) no mundo do trabalho no seu local de origem. "A territorialidade é um sonho para mim, sempre batalho para fazer isso porque o que a gente acredita é numa formação, certificação e orientação de maneira integrada, é um trio, e a territorialidade considera os saberes locais. É um instrumento de política pública para permitir que o trabalhador enfrente os efeitos sociais deste processo de globalização", acredita.
Nesta quinta-feira (dia 26), a pesquisadora participará de debate "As relações em Educação Profissional, Educação Formal e reconhecimento de sabres não formais", às 14 horas, no Auditório Planalto, do Centro de Convenções Ullysses Guimarães, em Brasília.
Eu aqui...

Territorialidade da EP da Bahia chama atenção dos participantes do Fórum Mundial
O professor italiano, Alessio Suran, da Universidade de Pádova, que participou do debate sobre Educação, mundo(s) do trabalho e desenvolvimento, conheceu a experiência e gostou. "A territorialidade é importante para os processos educativos, para reconhecer a função da dimensão coletiva dos processos de aprendizagem que precisam de compartilhar os pontos de vista dos estudantes e também do compartilhar, pesquisar mesmo, os produtos dos processos educativos com a comunidade local". Segundo o professor Alessio Suran, territorialidade representa "o pensar nos processos de aprendizagem também como uma possibilidade de sonhar uma realidade, um territótio melhor".
Segundo Alessio Suran, a territorialidade possibilita reconhecer os atores locais, mas também oportuniza desafiar as visões dos atores locais com as boas idéias que podem ser compartilhadas com outros territórios. "Com certeza gostaria de trocar esperiência com os atores
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Estar no Fórum Mundial é "Tudo de bom"

Acompanhe a transmissão em tempo real.
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Superintendente de Educação Profissional dá boas-vindas à delegação baiana
Presidente Lula: Curso Técnico foi o começo de tudo
O presidente, cuja formação inicial foi de torneiro mecânico, recorreu à própria história para deixar um recado aos estudantes de Educação Profissional e do mundo, presentes ao Fórum. "Se vocês um dia tiverem qualquer problema em casa e perderem a motivação; se vocês tiverem qualquer problema na família e pensarem em desistir e acharem que não vale a pena, lembrem-se que este presidente da República deve ao fato de ter chegado à Presidência da República, a um curso técnico que fiz em 1970. Foi graças a este curso técnico que fui o primeiro entre 8 irmãos a comprar uma geladeira, o primeiro a comprar uma televisão, o primeiro a comprar um carro, o primeiro a comprar uma casa".
O presidente Lula disse que se na época dele, este curso proporcionou oportunidades de sucesso em sua vida, com a estrutura e investimentos feitos nas unidades de Educação Profissional na atualidade, as chances de êxito profissional da juventude são muito maiores agora. "E quando tudo não estiver do agrado de vocês, lembrem-se do orgulho que vocês poderão dar ao pai e à mãe de vocês por estarem frequentando uma escola de Educação Profisisonal", aconselhou.
Bahia apresenta avanços da Educação Profissional
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Estudantes baianos participam do Fórum
Alan não esconde a ansiedade: "A nossa expectativa é que a gente possa tá trazendo coisa nova para o nosso centro, adquirir bastante conhecimento, novas práticas, trocar experiência com as pessoas". A vontade de aprender mais e mais é tão grande, que Alan quer aproveitar tudo, conversar até com pessoas de outros países mesmo não sabendo falar outro idioma. "Eu vou tentar me integrar com todas as pessoas, mesmo que precise de tradução. Um enroleixon todo mundo fala. Se vou tá lá com uma pessoa disposta a passar conhecimento, mesmo que fale outra língua, vou buscar algúem pra traduzir, tentar entender. O que importa é que eu possa aprender coisas novas", sorri.
Durante o Fórum, além de participar das conferências e debates, os estudantes apresentarão experiências desenvolvidas por eles nos Centros Estaduais e Territoriais e nas unidades de Educação Profissional no estande do Governo do Estado da Bahia. Alan por exemplo, vai levar produtos derivados do abacaxi. Outros centros apresentarão produtos feitos com beneficiamento do leite, defensivos orgânicos para o combate de pragas nas lavouras e até instrumentos musicais feitos com material reciclado.
Há um mês de concluir o curso Técnico em Agroindústria, Alan Araujo Santos, já sabe que esta participação no Fórum Mundial de Educação Profissonal e Tecnológica será valiosa. "Em nenhum outro governo apareceu esta oportunidade de levar a gente para outro Estado em um evento importante como este. Achei isto muito bom, uma forma de integrar os alunos, sem falar que ir para Brasília já vai pesar no meu currículo", comemora.
Programação envolve debate sobre Trabalho como princípio educativo
O Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica começa nesta segunda-feira (dia 23) e amanhã (dia 24), a Superintendência de Educação Profissional da SEC-BA conduzirá, no Centro de Convenções Ullysses Guimarães, uma mesa redonda que tem como tema “Trabalho como princípio educativo” e abordará a formação de trabalhadores/as da Educação Profissional e Tecnológica: saberes, metodologias e práticas pedagógicas.
No mesmo dia, na sala 5, das 17h às 19h, a Superintendência de Educação Profissional fará o relato: “Educação, Mundo (s) do Trabalho e Desenvolvimento Sustentável” a partir da construção da Política Pública de Educação Profissional da Bahia. Toda a delegação da Bahia deverá participar da atividade.
O superintendente de Educação Profissional da Secretaria de Educação do Estado, Almerico Lima, disse que esta iniciativa de levar uma delegação ao Fórum e envolvê-la em diferentes debates visa motivar e integrar alunos, professores e gestores, possibilitando a troca de experiências e, consequentemente, possibilitar o aprimoramento da Educação Profissional no Estado. “O Fórum Mundial é um espaço de debate, troca e de consolidação das políticas públicas de EP em escala global. Nós, gestores, professores e alunos da educação profissional da Bahia aprenderemos muito, mas também deixaremos, com orgulho, a nossa marca: de uma educação profissional pública de qualidade, com base territorial, na qual o trabalho é um princípio educativo, com participação e controle da sociedade”.